A conta é simples: só se investe aquilo que se poupa, o que se deixa de consumir para formar capital e investir no futuro.
Ou seja: (I)nvestimento = (P)oupança.
Como a (P)oupança = (P)oupança privada + (P)oupança governo + (P)oupança externa, e a poupança do governo é negativa, pois temos déficit, e a poupança privada está sendo usada para financiar consumo, o que resta é a poupança externa.
Ou seja, estamos nas mãos dos investidores externos.
Num quadro em que estes começam a querer parar de financiar países deficitários, como EUA, Portugal, Grécia, é melhor pôr as barbas de molho.
Se os investidores internacionais pararem de financiar nosso déficit, teremos um tombo monumental.
É o que dá não ter disciplina fiscal e gastar demais.
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