A
cada comemoração do nascimento de Jesus Cristo, somos instigados a
inquirir sobre o legado deste homem que veio ao mundo para dizer: a
solução está no amor... Amor implica compreensão, amizade, afeto, solidariedade.
No mundo de hoje, onde o consumir e o Ter tornaram-se imperativos, tomando o lugar do fazer e do Ser na escala de valores, cabe-nos perguntar: de que precisamos para sermos felizes? Enquanto nossos ancestrais conseguiam viver com água e comida, nós hoje "precisamos" de tantas coisas que, afinal, tornam-se fardos...
O celular, a internet, todas as maravilhas que criamos, no fim, servem-nos para o bem, para nos dar segurança, para nos informar; mas nos escravizam, tiram de nós o tempo para refletir sobre o que realmente importa: as pessoas que fazem parte de nossas vidas, o nosso papel no mundo.
Que o novo ano que se aproxima permita que os chefes de estado e todos que, de uma maneira ou de outra, conduzem as Nações, possam ser iluminados para que estes homens e mulheres ousem mais, sobretudo, e que sonhem e construam, juntos, um novo mundo, um mundo onde a solidariedade possa tomar o lugar do egoismo, onde o Ser seja mais importante que o Ter. O mundo não precisa ser um jogo de soma zero, onde o que sobra para alguns falta para outros milhões.
Os césares do antigo império romano, ao serem entronados, levavam junto a si um escravo que lembrava ao seu comandante: "lembra-te que és apenas um homem e que tu também morrerás". Talvez seja o caso de lembrar aos governantes das nações, diante desta crise colossal que afeta milhões de famílias no mundo, que também eles são apenas homens e mulheres, e que eles são mortais. Quem sabe assim eles possam despir-se de suas vaidades e do seu ego para construir as novas pontes e caminhos necessários à construção deste novo mundo.
No mundo de hoje, onde o consumir e o Ter tornaram-se imperativos, tomando o lugar do fazer e do Ser na escala de valores, cabe-nos perguntar: de que precisamos para sermos felizes? Enquanto nossos ancestrais conseguiam viver com água e comida, nós hoje "precisamos" de tantas coisas que, afinal, tornam-se fardos...
O celular, a internet, todas as maravilhas que criamos, no fim, servem-nos para o bem, para nos dar segurança, para nos informar; mas nos escravizam, tiram de nós o tempo para refletir sobre o que realmente importa: as pessoas que fazem parte de nossas vidas, o nosso papel no mundo.
Que o novo ano que se aproxima permita que os chefes de estado e todos que, de uma maneira ou de outra, conduzem as Nações, possam ser iluminados para que estes homens e mulheres ousem mais, sobretudo, e que sonhem e construam, juntos, um novo mundo, um mundo onde a solidariedade possa tomar o lugar do egoismo, onde o Ser seja mais importante que o Ter. O mundo não precisa ser um jogo de soma zero, onde o que sobra para alguns falta para outros milhões.
Os césares do antigo império romano, ao serem entronados, levavam junto a si um escravo que lembrava ao seu comandante: "lembra-te que és apenas um homem e que tu também morrerás". Talvez seja o caso de lembrar aos governantes das nações, diante desta crise colossal que afeta milhões de famílias no mundo, que também eles são apenas homens e mulheres, e que eles são mortais. Quem sabe assim eles possam despir-se de suas vaidades e do seu ego para construir as novas pontes e caminhos necessários à construção deste novo mundo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário